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Postado (edited)

Nem tudo são flores na vida de uma herdeira não é mesmo?
Às vezes, aparecem uns espinhos complicados de remover.

No meu caso, é o tal do marketing, storytelling, etc...

Estou ansiosa para começar a leitura do clube do livro (já fica a dica para você entrar também!), para ver se eu consigo destravar meus conteúdos...
Na masterclass de ontem eu tive muitas ideias e também fiquei pensando se os posts que floparam foi devido ao texto que talvez estivesse péssimo mesmo (kkkkkkkkk).
Como eu disse, tenho super dificuldade nisso e para mim, os textos sempre estão super bons. Mas quando teve a masterclass com o @Renato Ganzarolli, e ele analisou algumas das minhas copys, ele achou meio robóticas! Sem emoção!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Talvez seja por causa da TEA, eu não consigo deixar de ser objetiva, mas... desde então fui treinando, lendo textos de outras pessoas, que não do mundo do amigurumi, tentando entender essa tal de conexão, que para mim é extremamente difícil, afinal sentimentos é algo super difícil para mim, mas, enfim... ao invés de ficar dando desculpas, continuei fazendo e fazendo e fazendo...

E após a aula de ontem quero rever todos os posts que floparam e tentar refazer escrevendo um texto novo... 

Hoje, tentei, mais uma vez, fazer uma copy que emocione. Emocionou? Não sei, eu me senti emocionada, pelo menos me sentiria se eu conseguisse me emocionar com facilidade, ou não, não sei....

O post fala do Quasímodo, criei um texto pensando na essência do personagem e no que ele transmite e tentando conectar com as pessoas. Consegui? Não sei... Mas deixarei o link do post para vocês darem suas opiniões! 🙃

 

https://www.instagram.com/p/DGWEALvO3F9/

Editado por Mayara Masae Kubota
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On 21/02/2025 at 15:46, Mayara Masae Kubota disse:

Nem tudo são flores na vida de uma herdeira não é mesmo?
Às vezes, aparecem uns espinhos complicados de remover.

No meu caso, é o tal do marketing, storytelling, etc...

Estou ansiosa para começar a leitura do clube do livro (já fica a dica para você entrar também!), para ver se eu consigo destravar meus conteúdos...
Na masterclass de ontem eu tive muitas ideias e também fiquei pensando se os posts que floparam foi devido ao texto que talvez estivesse péssimo mesmo (kkkkkkkkk).
Como eu disse, tenho super dificuldade nisso e para mim, os textos sempre estão super bons. Mas quando teve a masterclass com o @Renato Ganzarolli, e ele analisou algumas das minhas copys, ele achou meio robóticas! Sem emoção!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Talvez seja por causa da TEA, eu não consigo deixar de ser objetiva, mas... desde então fui treinando, lendo textos de outras pessoas, que não do mundo do amigurumi, tentando entender essa tal de conexão, que para mim é extremamente difícil, afinal sentimentos é algo super difícil para mim, mas, enfim... ao invés de ficar dando desculpas, continuei fazendo e fazendo e fazendo...

E após a aula de ontem quero rever todos os posts que floparam e tentar refazer escrevendo um texto novo... 

Hoje, tentei, mais uma vez, fazer uma copy que emocione. Emocionou? Não sei, eu me senti emocionada, pelo menos me sentiria se eu conseguisse me emocionar com facilidade, ou não, não sei....

O post fala do Quasímodo, criei um texto pensando na essência do personagem e no que ele transmite e tentando conectar com as pessoas. Consegui? Não sei... Mas deixarei o link do post para vocês darem suas opiniões! 🙃

 

https://www.instagram.com/p/DGWEALvO3F9/

Eu me emocionei!😊

Amo a história e tudo que ela representa! Seu texto me impactou muito!🥹😍

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On 21/02/2025 at 15:46, Mayara Masae Kubota disse:

Nem tudo são flores na vida de uma herdeira não é mesmo?
Às vezes, aparecem uns espinhos complicados de remover.

No meu caso, é o tal do marketing, storytelling, etc...

Estou ansiosa para começar a leitura do clube do livro (já fica a dica para você entrar também!), para ver se eu consigo destravar meus conteúdos...
Na masterclass de ontem eu tive muitas ideias e também fiquei pensando se os posts que floparam foi devido ao texto que talvez estivesse péssimo mesmo (kkkkkkkkk).
Como eu disse, tenho super dificuldade nisso e para mim, os textos sempre estão super bons. Mas quando teve a masterclass com o @Renato Ganzarolli, e ele analisou algumas das minhas copys, ele achou meio robóticas! Sem emoção!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Talvez seja por causa da TEA, eu não consigo deixar de ser objetiva, mas... desde então fui treinando, lendo textos de outras pessoas, que não do mundo do amigurumi, tentando entender essa tal de conexão, que para mim é extremamente difícil, afinal sentimentos é algo super difícil para mim, mas, enfim... ao invés de ficar dando desculpas, continuei fazendo e fazendo e fazendo...

E após a aula de ontem quero rever todos os posts que floparam e tentar refazer escrevendo um texto novo... 

Hoje, tentei, mais uma vez, fazer uma copy que emocione. Emocionou? Não sei, eu me senti emocionada, pelo menos me sentiria se eu conseguisse me emocionar com facilidade, ou não, não sei....

O post fala do Quasímodo, criei um texto pensando na essência do personagem e no que ele transmite e tentando conectar com as pessoas. Consegui? Não sei... Mas deixarei o link do post para vocês darem suas opiniões! 🙃

 

https://www.instagram.com/p/DGWEALvO3F9/

Vou tomar liberdade para dar minha opinião sobre o texto, mas assim, não sou especialista nem nada rsrs

No primeiro parágrafo, você explica sobre o personagem e o que ele simboliza.
Para uma abordagem menos impessoal, poderia começar com "Quem nunca se sentiu à margem da sociedade, excluído dos grupinhos de escola?" Acho que assim, conseguimos mais identificação com o público, porque todo mundo já se sentiu assim na vida.
Daí entrar com a história/descrição/fatos sobre o Quasímodo. E depois, "mas o que a obra de Victor Hugo mostra, e o que podemos aplicar em nossas vidas, é que só quem vive à margem, consegue encontrar beleza onde o mundo vê imperfeição e que carrega dentro de si uma alma sensível e grandiosa!"

Não sei se faz sentido ou se melhora muita coisa, mas foi algo que pensei aqui rsrs

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On 21/02/2025 at 18:14, Amanda Hikari disse:

Vou tomar liberdade para dar minha opinião sobre o texto, mas assim, não sou especialista nem nada rsrs

No primeiro parágrafo, você explica sobre o personagem e o que ele simboliza.
Para uma abordagem menos impessoal, poderia começar com "Quem nunca se sentiu à margem da sociedade, excluído dos grupinhos de escola?" Acho que assim, conseguimos mais identificação com o público, porque todo mundo já se sentiu assim na vida.
Daí entrar com a história/descrição/fatos sobre o Quasímodo. E depois, "mas o que a obra de Victor Hugo mostra, e o que podemos aplicar em nossas vidas, é que só quem vive à margem, consegue encontrar beleza onde o mundo vê imperfeição e que carrega dentro de si uma alma sensível e grandiosa!"

Não sei se faz sentido ou se melhora muita coisa, mas foi algo que pensei aqui rsrs

Ahhh muito obrigada @Amanda Hikari!
Faz todo sentido sim!!
Já irei melhorar isso no próximo post dele, porque tem muitas fotos para eu poder testar as copys dele! 

kkkkkkkk

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On 21/02/2025 at 16:21, Stela Veiga disse:

Eu me emocionei!😊

Amo a história e tudo que ela representa! Seu texto me impactou muito!🥹😍

Ah que bom @Stela Veiga! Fico muito feliz que consegui impactar alguém!


Eu juro que tentei criar um texto legal para ele... nunca fiquei tanto tempo tentando elaborar um texto... comecei a pensar no domingo lá no lago para ver se vinha alguma ideia, fiz alguns rabiscos, mas o texto só foi sair hoje mesmo!!!

Editado por Mayara Masae Kubota
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On 21/02/2025 at 18:14, Amanda Hikari disse:

Vou tomar liberdade para dar minha opinião sobre o texto, mas assim, não sou especialista nem nada rsrs

No primeiro parágrafo, você explica sobre o personagem e o que ele simboliza.
Para uma abordagem menos impessoal, poderia começar com "Quem nunca se sentiu à margem da sociedade, excluído dos grupinhos de escola?" Acho que assim, conseguimos mais identificação com o público, porque todo mundo já se sentiu assim na vida.
Daí entrar com a história/descrição/fatos sobre o Quasímodo. E depois, "mas o que a obra de Victor Hugo mostra, e o que podemos aplicar em nossas vidas, é que só quem vive à margem, consegue encontrar beleza onde o mundo vê imperfeição e que carrega dentro de si uma alma sensível e grandiosa!"

Não sei se faz sentido ou se melhora muita coisa, mas foi algo que pensei aqui rsrs

Boa Amanda! Começar sempre com algo que o leitor já se identifique quanto comece a ler. 

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