Joane Priscilla Teixeira De Lima Postado 24 de Março de 2025 Postado 24 de Março de 2025 Hoje estamos encerrando a terceira semana do desafio #013 e eu concluí as tarefas da semana fazem uns 30 minutos mais ou menos e antes mesmo de ir lá na aba do desafio realizar meu post senti que eu deveria vir aqui. A despedida doí, seja a despedida real, seja a simbólica. Hoje eu me despedi de mim mesma. Eu deixei ir hoje tantas e todas as minhas versões que vivi até aqui. Quando abri o guarda-roupa percebi que ali estavam os meus medos, inseguranças, lembranças, fases e desafios representados em minhas roupas. Eu guardava roupas minhas de criança, adolescente, grávida, lactante, universitária, trabalhadora, promovida e além disso a dos meus filhos bebês. Confesso que algumas roupas abracei e em outras eu chorei, porque elas me acompanhava no meu dia a dia e eram através delas que eu mostrava o que eu queria e também escondia o que eu não permitia que não tivessem acesso, e não estou falando de decotes ou corpo e sim da minha armadura e da minha dificuldade entre tantas coisas a de me mostrar vulnerável. Foi um momento ritualístico mesmo, algumas peças eu conseguia sentir o medo que eu sentia na época, outras eu era capaz de lembrar dos julgamentos dos outros e etc. Eu hoje consegui deixar ir, me despi de todas as minhas antigas versões. A palavra escolhida para esse anos, MUDANÇA, está presente no aqui e agora e em todas as ações que tenho feito. Embora a despedida tenha sua dor, estou aqui de braços abertos e já consigo ver a minha nova versão chegando. É preciso estar com as mãos vazias para segurar algo novo! 3
Jérsica Postado 24 de Março de 2025 Postado 24 de Março de 2025 Que texto lindo @Joane Priscilla Teixeira De Lima! É um sentimento libertador fazer a limpa no guarda roupa, dói, mas quando finaliza... a sensação é de uma borboleta saindo do casulo. É abrir espaço para o novo chegar. Não consegui acompanhar o desafio desse mês, mas imagino o quão transformador ele está sendo. Quero ouvir mais sobre isso no Café dessa sexta, viu!? 2
Joane Priscilla Teixeira De Lima Postado 24 de Março de 2025 Author Postado 24 de Março de 2025 On 24/03/2025 at 08:22, Jérsica disse: Que texto lindo @Joane Priscilla Teixeira De Lima! É um sentimento libertador fazer a limpa no guarda roupa, dói, mas quando finaliza... a sensação é de uma borboleta saindo do casulo. É abrir espaço para o novo chegar. Não consegui acompanhar o desafio desse mês, mas imagino o quão transformador ele está sendo. Quero ouvir mais sobre isso no Café dessa sexta, viu!? Obaaa, Será um prazer compartilhar um pouco de tudo isso no café 🤗 É sim, um rito de passagem para uma nova fase. Eu compreendi que na tentativa de acolher minhas versões eu acabei me apegando a tudo o que eu já fui. Me libertei, estou vazia como precisa ser para me encher do novo! 2
Jérsica Postado 24 de Março de 2025 Postado 24 de Março de 2025 On 24/03/2025 at 09:05, Joane Priscilla Teixeira De Lima disse: Obaaa, Será um prazer compartilhar um pouco de tudo isso no café 🤗 É sim, um rito de passagem para uma nova fase. Eu compreendi que na tentativa de acolher minhas versões eu acabei me apegando a tudo o que eu já fui. Me libertei, estou vazia como precisa ser para me encher do novo! Que legal!! Só uma retificação, acabei de ver o nosso calendário, teremos SINCERONAS nessa sexta. Então o café será cancelado. Já tenho reservada a sexta no horário de 18h às 20h, se as herdeiras quiserem fazer o café após o sinceronas, estou à disposição. Vou fazer uma pesquisas com as herdeiras mais presentes e coloco o resultado la no post do café. 4
Joane Priscilla Teixeira De Lima Postado 24 de Março de 2025 Author Postado 24 de Março de 2025 On 24/03/2025 at 09:17, Jérsica disse: Que legal!! Só uma retificação, acabei de ver o nosso calendário, teremos SINCERONAS nessa sexta. Então o café será cancelado. Já tenho reservada a sexta no horário de 18h às 20h, se as herdeiras quiserem fazer o café após o sinceronas, estou à disposição. Vou fazer uma pesquisas com as herdeiras mais presentes e coloco o resultado la no post do café. Bom, eu topo o café depois do Sinceronas. Vamos ver as demais se podem! 3
Mayara Masae Kubota Postado 24 de Março de 2025 Postado 24 de Março de 2025 On 23/03/2025 at 22:00, Joane Priscilla Teixeira De Lima disse: Hoje estamos encerrando a terceira semana do desafio #013 e eu concluí as tarefas da semana fazem uns 30 minutos mais ou menos e antes mesmo de ir lá na aba do desafio realizar meu post senti que eu deveria vir aqui. A despedida doí, seja a despedida real, seja a simbólica. Hoje eu me despedi de mim mesma. Eu deixei ir hoje tantas e todas as minhas versões que vivi até aqui. Quando abri o guarda-roupa percebi que ali estavam os meus medos, inseguranças, lembranças, fases e desafios representados em minhas roupas. Eu guardava roupas minhas de criança, adolescente, grávida, lactante, universitária, trabalhadora, promovida e além disso a dos meus filhos bebês. Confesso que algumas roupas abracei e em outras eu chorei, porque elas me acompanhava no meu dia a dia e eram através delas que eu mostrava o que eu queria e também escondia o que eu não permitia que não tivessem acesso, e não estou falando de decotes ou corpo e sim da minha armadura e da minha dificuldade entre tantas coisas a de me mostrar vulnerável. Foi um momento ritualístico mesmo, algumas peças eu conseguia sentir o medo que eu sentia na época, outras eu era capaz de lembrar dos julgamentos dos outros e etc. Eu hoje consegui deixar ir, me despi de todas as minhas antigas versões. A palavra escolhida para esse anos, MUDANÇA, está presente no aqui e agora e em todas as ações que tenho feito. Embora a despedida tenha sua dor, estou aqui de braços abertos e já consigo ver a minha nova versão chegando. É preciso estar com as mãos vazias para segurar algo novo! Que bom que você conseguiu se libertar das versões que não te servem mais! As correntes invisíveis que nos prendem sempre ao passado! Sei bem como é... eu ainda estava guardando roupas de quando eu tinha 15 anos sem nem me dar conta disso. O meu vestido de formatura do ensino médio também estava guardado. O primeiro vestido que eu comprei com o meu próprio dinheiro. Custou um rim na época! rsrsrs Mentira, nem foi tão caro assim, mas para quem não tinha emprego e ganhava pouco com as trufas... mas eu queria tanto e trabalhei empreendendo em trufas e cones de chocolate por dois anos para comprar aquele vestido! rsrsrs Lembro que eu estudava em período integral, o meu ensino médio foi acoplado com técnico então eu tinha aula das 6:30 até às 17:45h. Com uma pausa de 1:30h para o almoço, eu levava marmita e pedia para a moça da cozinha esquentar para mim, era mais barato levar minha comida que comer no restaurante da escola. Eu acordava às 5h para ir pra escola e ia dormir às 1:30h, pois tinha que ficar fazendo as trufas... Tempos difíceis, mas enriquecedores! Mas é como você disse, precisamos deixar ir para que possamos agarra algo melhor! 2
Joane Priscilla Teixeira De Lima Postado 24 de Março de 2025 Author Postado 24 de Março de 2025 On 24/03/2025 at 14:25, Mayara Masae Kubota disse: Que bom que você conseguiu se libertar das versões que não te servem mais! As correntes invisíveis que nos prendem sempre ao passado! Sei bem como é... eu ainda estava guardando roupas de quando eu tinha 15 anos sem nem me dar conta disso. O meu vestido de formatura do ensino médio também estava guardado. O primeiro vestido que eu comprei com o meu próprio dinheiro. Custou um rim na época! rsrsrs Mentira, nem foi tão caro assim, mas para quem não tinha emprego e ganhava pouco com as trufas... mas eu queria tanto e trabalhei empreendendo em trufas e cones de chocolate por dois anos para comprar aquele vestido! rsrsrs Lembro que eu estudava em período integral, o meu ensino médio foi acoplado com técnico então eu tinha aula das 6:30 até às 17:45h. Com uma pausa de 1:30h para o almoço, eu levava marmita e pedia para a moça da cozinha esquentar para mim, era mais barato levar minha comida que comer no restaurante da escola. Eu acordava às 5h para ir pra escola e ia dormir às 1:30h, pois tinha que ficar fazendo as trufas... Tempos difíceis, mas enriquecedores! Mas é como você disse, precisamos deixar ir para que possamos agarra algo melhor! É libertador! Se as roupas coubessem eu acharia top ter mais de 100 peças kkkkkk Entre as peças tinham roupas dos meus filhos bebês, algumas que eles tiraram para doação e aí sim roupas minhas. Boa parte dessas roupas não cabiam mais em mim, em todos os sentidos rsrs. Eu já senti na pele momentos como esses em que a gente tem jornada múltipla que são difíceis, mas enriquecedores! 2
Dani Olgas Postado 25 de Março de 2025 Postado 25 de Março de 2025 On 23/03/2025 at 22:00, Joane Priscilla Teixeira De Lima disse: Hoje estamos encerrando a terceira semana do desafio #013 e eu concluí as tarefas da semana fazem uns 30 minutos mais ou menos e antes mesmo de ir lá na aba do desafio realizar meu post senti que eu deveria vir aqui. A despedida doí, seja a despedida real, seja a simbólica. Hoje eu me despedi de mim mesma. Eu deixei ir hoje tantas e todas as minhas versões que vivi até aqui. Quando abri o guarda-roupa percebi que ali estavam os meus medos, inseguranças, lembranças, fases e desafios representados em minhas roupas. Eu guardava roupas minhas de criança, adolescente, grávida, lactante, universitária, trabalhadora, promovida e além disso a dos meus filhos bebês. Confesso que algumas roupas abracei e em outras eu chorei, porque elas me acompanhava no meu dia a dia e eram através delas que eu mostrava o que eu queria e também escondia o que eu não permitia que não tivessem acesso, e não estou falando de decotes ou corpo e sim da minha armadura e da minha dificuldade entre tantas coisas a de me mostrar vulnerável. Foi um momento ritualístico mesmo, algumas peças eu conseguia sentir o medo que eu sentia na época, outras eu era capaz de lembrar dos julgamentos dos outros e etc. Eu hoje consegui deixar ir, me despi de todas as minhas antigas versões. A palavra escolhida para esse anos, MUDANÇA, está presente no aqui e agora e em todas as ações que tenho feito. Embora a despedida tenha sua dor, estou aqui de braços abertos e já consigo ver a minha nova versão chegando. É preciso estar com as mãos vazias para segurar algo novo! On 23/03/2025 at 22:00, Joane Priscilla Teixeira De Lima disse: Hoje estamos encerrando a terceira semana do desafio #013 e eu concluí as tarefas da semana fazem uns 30 minutos mais ou menos e antes mesmo de ir lá na aba do desafio realizar meu post senti que eu deveria vir aqui. A despedida doí, seja a despedida real, seja a simbólica. Hoje eu me despedi de mim mesma. Eu deixei ir hoje tantas e todas as minhas versões que vivi até aqui. Quando abri o guarda-roupa percebi que ali estavam os meus medos, inseguranças, lembranças, fases e desafios representados em minhas roupas. Eu guardava roupas minhas de criança, adolescente, grávida, lactante, universitária, trabalhadora, promovida e além disso a dos meus filhos bebês. Confesso que algumas roupas abracei e em outras eu chorei, porque elas me acompanhava no meu dia a dia e eram através delas que eu mostrava o que eu queria e também escondia o que eu não permitia que não tivessem acesso, e não estou falando de decotes ou corpo e sim da minha armadura e da minha dificuldade entre tantas coisas a de me mostrar vulnerável. Foi um momento ritualístico mesmo, algumas peças eu conseguia sentir o medo que eu sentia na época, outras eu era capaz de lembrar dos julgamentos dos outros e etc. Eu hoje consegui deixar ir, me despi de todas as minhas antigas versões. A palavra escolhida para esse anos, MUDANÇA, está presente no aqui e agora e em todas as ações que tenho feito. Embora a despedida tenha sua dor, estou aqui de braços abertos e já consigo ver a minha nova versão chegando. É preciso estar com as mãos vazias para segurar algo novo! Que lindo Jô! As vezes não temos a dimensão o que uma arrumação na casa pode significar, tantas coisas que guardamos tem tanto dos nossos processos. Fico feliz com a construção que está fazendo sobre você. Parabéns pela coragem! 😘 2
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